Lançando o disco “Greatest Hits” é de se admirar que as meninas do Mis-Teeq, com menos de 10 anos de estrada já tenham reunido ‘hits’ suficientes para compor um CD como esse. Mas a verdade é que as inglesas Lesha, Sabrina e Su-Elise vem colecionando um grande número de sucessos e é isso que mostram com enorme talento nesse mais recente trabalho.
Contendo 15 faixas com o melhor do R&B, o trio traz ainda de presente para o público um DVD bônus com os principais vídeos de sucesso fazendo de “Greatest Hits” um trabalho sugestivo e atraente.
Mais uma vez as jovens inglesas usam e abusam de melodias dançantes e enérgicas, com muita atitude e ousadia de sobra, bem ao estilo do que o trio sabe de melhor fazer. Vale lembrar que algumas faixas parecem um pouco com o som das Destiny’s Child ou com as meninas do TLC, mas a verdade é que o Mis-Teeq consegue dar a volta por cima em músicas como “Scandalous”, “Style”, “All I Want” e “Why”, primeiro single da carreira.
“Greatest Hits” é um disco recheado de efeitos sonoros e faixas computadorizadas, mesclando elementos da música Pop com R&B e dando voz a uma mistura eletrizante. O grupo deu as caras no cenário musical com o lançamento de “Lickin’ On Both Sides”, de 2000, quando conquistaram um disco de platina dupla e estrearam nas principais paradas de sucesso.
quinta-feira, 9 de junho de 2005
quinta-feira, 26 de agosto de 2004
Nina Sky
Nina Sky é o nome da dupla formada por Nicole e Natalie Albino, gêmeas idênticas que se tornaram sensação nos Estados Unidos com seu álbum de estréia auto-intitulado. Explorando ritmos diversificados como Hip Hop, Pop, R&B entre outros, as meninas agradaram em cheio principalmente o público adolescente. As vozes são suaves, transbordando melodias e têm como base batidas eletrônicas com ritmos quebrados.
As canções da Nina Sky, entretanto, chegam até a ser um pouco vazias, uma vez que não possuem muito mais além da bateria e dos vocais. Muitas vezes são usadas percussões e alguma guitarra acústica ou violão, para fazer algum tema.
O problema é que, no fim das contas, as músicas das irmãs são bem maçantes. Chatas mesmo. E, por se tratar de uma estréia, elas fazem de tudo para provar que cantam bem, com uma infinidade de melismas e floreios desnecessários.
Existem momentos de inspiração como em “Let It Go”, mais caprichada, e “Holla Back”. Outras, entretanto como “Move Ya Body”, “Turnin Me On” e, principalmente, a introdução “Nina Sky Is...”, chegam a ser constrangedoras.
Na maior parte do tempo temos a impressão de que se trata de um CD das Destiny’s Child com menos produção, criatividade e, claro, uma integrante menos. O ‘debut’ das irmãs do Nina Sky pode até ter ido bem nas paradas e conquistado seu público, mas ainda falta estrada para que elas conquistem a “pegada” que julgam ter.
As canções da Nina Sky, entretanto, chegam até a ser um pouco vazias, uma vez que não possuem muito mais além da bateria e dos vocais. Muitas vezes são usadas percussões e alguma guitarra acústica ou violão, para fazer algum tema.
O problema é que, no fim das contas, as músicas das irmãs são bem maçantes. Chatas mesmo. E, por se tratar de uma estréia, elas fazem de tudo para provar que cantam bem, com uma infinidade de melismas e floreios desnecessários.
Existem momentos de inspiração como em “Let It Go”, mais caprichada, e “Holla Back”. Outras, entretanto como “Move Ya Body”, “Turnin Me On” e, principalmente, a introdução “Nina Sky Is...”, chegam a ser constrangedoras.
Na maior parte do tempo temos a impressão de que se trata de um CD das Destiny’s Child com menos produção, criatividade e, claro, uma integrante menos. O ‘debut’ das irmãs do Nina Sky pode até ter ido bem nas paradas e conquistado seu público, mas ainda falta estrada para que elas conquistem a “pegada” que julgam ter.
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2003
A nova carreira de MC Hammer
Quem não se lembra de MC Hammer? Pois é, o rapper que ganhou fama mundial no início dos anos 90 com o ‘hit’ “U Can’t Touch This” está de volta. Desta vez, entretanto, ele mostrará seu talento como comediante. É que a emissora norte-americana WB Network decidiu produzir um seriado baseado na vida do artista, que contará com a produção do próprio, ao lado de Devon Shepard.
A idéia deles é fazer algo bem engraçado e tradicional, voltado para a vida pessoal e família, formato que Bill Cosby consagrou em seu “The Cosby Show”, na década de 80. MC Hammer abandonou a música há 5 anos e se tornou pastor religioso.
A idéia deles é fazer algo bem engraçado e tradicional, voltado para a vida pessoal e família, formato que Bill Cosby consagrou em seu “The Cosby Show”, na década de 80. MC Hammer abandonou a música há 5 anos e se tornou pastor religioso.
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